O Brasil não tem dinheiro para investir na saúde e educação, mas tem dinheiro para emprestar U$ 10 bilhões ao( FMI). Dinheiro este destinado a falta de credito dos países ao estimular apenas da economia exterior; e mas alguns bilhões destinados a socorre empresarios riquinhos e burgueses exploradores da mais valia dos trabalhadores, para cobrir percas financeiras do bolso de quem já tem o suficiente e muito mais para sobrevivência. E se impessione mais, caro leitor! Tudo isso tirado das reservas Brasileira do seu bolso.
domingo, 23 de outubro de 2011
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
FEMINIZAÇÃO: UMA LUTA DE GÊNEROS
A idéia de que as mulheres eram mais adequadas para o ensino infantil, foi uma idéia que circulou apenas no imaginário social por décadas, mas a sagrada missão em que as mulheres carregavam, ao mesmo tempo em que as aprisionavam. Também seria o que lhes justificaria a aceitação do ingresso feminino no magistério perante a sociedade e a uma vitoria libertária aos movimentos feministas que ate então se encontravam emergentes. Neste momento da republica a burguesia lutava contra as elites agrárias para tornar a educação acessível a mais pessoais havendo nesse período três importantes correntes pedagógicas que influenciaram esse momento: Pedagogia tradicional, Pedagogia nova e a pedagógica Libertária foi a que contribuiu para essa busca de igualdade entre os gêneros, porque essa corrente reunia em torno de si quem via na educação um meio de transformar as relações sociais e econômicas, ruma a uma sociedade urbana igualitária.
As escolas Normais foi uma instituição criada para atender a necessidade de mão-de-obra para um ensino que tinha por meta se estender a toda a população de acordo com o ideal liberal democrático Republicano, mas nesse contexto se ver a efervescência das indústrias as quais os homens vendo a possibilidade de trabalhar nas fábricas começam a sair do magistério, segundo os estudos do professor José Luiz, as mulheres encontram espaços nas escolas normais que nesse momento encontravam-se defasadas de alunos; “A princípio elas começam a entrar enquanto alunas e depois vão tomar o lugar do professor”, mas o que foi de grande culminância e aprovação a essa profissionalização das mulheres ao magistério em meio a sociedade foi a idéia incutida deste teria idades de que a mulher tinha uma destinação natural, em vista a qualidade que as mulheres são possuidoras de serem mãe.
Acredito que o magistério foi o inicio das mulheres se imporem perante a sua sociedade, através daí foi que se iniciou uma força maior desse movimento para se adentrar a outros campos sociais que a princípios estavam fechados por questões de preconceitos de gêneros, mais ao mesmo tempo em que vejo de grande valia a inserção das mulheres na educação e na profissionalização, também percebo a esperteza do capitalismo que utiliza da fraqueza da formação das mulheres na área política, para manipular dessa forma o ensino das novas gerações de acordo com seus interesses, tendo como instrumento as mulheres.
Autora: Débora( Graduanda de Pedagogia)
Autora: Débora( Graduanda de Pedagogia)
Assinar:
Comentários (Atom)